Tenho dito, durante minha pouca experiência de vida (principalmente escolar), que, embora pareça para muitas pessoas ser prova cabal da qualidade da educação (que mais se apresenta como termo circunstancial), um instrumento de importância maior que a análise crítica do processo cognitivo, que uma avaliação desconexa e abstrata nos moldes do 'fazer ciência pela ciência' como as avaliações medíocres (entenda-se aqui a noção de mediana) que muito se assemelham às provas de vestibular ou o próprio Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que são, ao mesmo tempo, uma tentativa frustrada de se quantificar a "magnânima, uniforme e concisa educação básica de excelente qualidade" e diagnosticar as possíveis causas dos problemas educacionais numa sociedade em que questões econômicas têm primazia. de sorte que prolemas educacionais vêm a se tornando calos sociais e, paulatinamente passando a ser observados como verdadeiros monstros, em retratos quase apocalípticos da lúgubre caminhada do ser humano à história que vem escrevendo para si.
É assim que, num espaço onde toda capacidade cognitiva elementar deveria estar sendo estimulada, apenas vêm se buscando estimular um sentimento de competição intraespecífica, onde avaliações autodestrutivas que não avaliam a essência do aprenidizado e sim apenas sua resultante semi-estruturado sob a ótica de normatização excessiva dos saberes e apelando para a falta de outros instrumentos de "tão grande eficiência" para avaliar, propondo assim, uma solução acrítica para um problema genérico e extenso por demais para ser tratado de forma tão simplista.
Numa sociedade regrada pela competição truculenta e cega pregada por um liberalismo que estranha e desenganadamente tenta aliciar nossas mentes para o combate entre nossos iguais, seria tão mais preferível que fossemos regidos pelos instintos mais profundos e naturais, que por uma lógica igualmente animalesca que ainda insistimos em chamar de "racional", uma lógica onde tudo pode e se transforma em mercadoria, onde os saberes proporcionados pela vida na experiência empírica/cotidiana fossem de pequena importância ou necessitassem ser aniquilados frente à globalização de valores, aspecto aqui tomado num tom quase jocoso, pela falta de integração e valorização das múltiplas culturas e volta-se à padronização cultural...
Precisamos urgentemente assumir uma nova perspectiva, pautada na reflexão verdadeira, na valorização de crenças locais e universalização das particularidades inerentes a cada região de sorte que as riquezas (materiais e imateriais) sejam respeitadas e preservadas. Uma cultura onde as conquistas individuais possam ser observadas enquanto fruto de diversas interações e projeções sociais e que devem ser observada não pela ótica do "Eu consegui sozinho" ou qualquer pensamento individualista, egocêntrico e excêntrico.
É assim que, num espaço onde toda capacidade cognitiva elementar deveria estar sendo estimulada, apenas vêm se buscando estimular um sentimento de competição intraespecífica, onde avaliações autodestrutivas que não avaliam a essência do aprenidizado e sim apenas sua resultante semi-estruturado sob a ótica de normatização excessiva dos saberes e apelando para a falta de outros instrumentos de "tão grande eficiência" para avaliar, propondo assim, uma solução acrítica para um problema genérico e extenso por demais para ser tratado de forma tão simplista.
Numa sociedade regrada pela competição truculenta e cega pregada por um liberalismo que estranha e desenganadamente tenta aliciar nossas mentes para o combate entre nossos iguais, seria tão mais preferível que fossemos regidos pelos instintos mais profundos e naturais, que por uma lógica igualmente animalesca que ainda insistimos em chamar de "racional", uma lógica onde tudo pode e se transforma em mercadoria, onde os saberes proporcionados pela vida na experiência empírica/cotidiana fossem de pequena importância ou necessitassem ser aniquilados frente à globalização de valores, aspecto aqui tomado num tom quase jocoso, pela falta de integração e valorização das múltiplas culturas e volta-se à padronização cultural...
Precisamos urgentemente assumir uma nova perspectiva, pautada na reflexão verdadeira, na valorização de crenças locais e universalização das particularidades inerentes a cada região de sorte que as riquezas (materiais e imateriais) sejam respeitadas e preservadas. Uma cultura onde as conquistas individuais possam ser observadas enquanto fruto de diversas interações e projeções sociais e que devem ser observada não pela ótica do "Eu consegui sozinho" ou qualquer pensamento individualista, egocêntrico e excêntrico.